A paralisação atinge diretamente nove linhas, impactando milhares de passageiros que dependem diariamente do serviço. A notícia foi anunciada em audiência pública, na tarde desta terça-feira, dia 14, na Vara de Direitos Difusos, Tribunal de Justiça, supostamente várias tentativas pelo juiz titular da Vara, Douglas Martins .
Há vários anos operando em São Luís, o grupo — que reúne as duas empresas — vinha enfrentando dificuldades crescentes para manter a operação, em meio ao aumento dos custos, como combustível e manutenção, além da defasagem tarifária e atrasos em repasses.
Ao todo, cerca de 110 funcionários são diretamente afetados pela interrupção das atividades, o que amplia ainda mais o impacto social da crise no setor. Trabalhadores relatam incertezas quanto ao pagamento de salários e à manutenção dos empregos.
A saída das empresas agrava a já delicada situação do transporte público na capital maranhense, que vem sendo alvo de debates entre autoridades, empresários e representantes dos trabalhadores. A expectativa agora é de que medidas emergenciais sejam adotadas para garantir a continuidade do serviço nas linhas afetadas e minimizar os prejuízos à população.
Órgãos competentes e gestores públicos ainda não detalharam como será feita a substituição das operações, nem o prazo para normalização do atendimento nas regiões atingidas. Enquanto isso, usuários enfrentam dificuldades e buscam alternativas para se deslocar.

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