A Prefeitura figura como ré no processo e responde pela responsabilidade na crise que levou o transporte público da cidade ao colapso. Além disso, deverá cumprir um cronograma de ações estabelecido pelo Ministério Público para a recuperação do serviço.
O descumprimento dessas medidas poderá resultar em intervenção na SMTT, diante da incapacidade de gestão — providência já solicitada pelo Ministério Público.
A decisão do juiz teve como objetivo responder aos pedidos de credores da Via SL que pleiteiavam o recebimento dos valores. No entanto, a solicitação foi negada, sendo priorizado o pagamento dos salários dos trabalhadores.
O SET reforça sua disposição em colaborar e buscar soluções para a normalização do sistema, mantendo o compromisso com a continuidade do serviço e com os trabalhadores.

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